Arrebatamento, grande tribulação e cretinices na comédia “é o fim”

A temática do filme “É o fim”, não é muito diferente de filmes como Projeto XFinalmente 18 ou a franquia Se Beber Não Case. Trata-se de uma festa na casa do ator James Franco (127 horas,Homem Aranha 3) que reverbera em flagelo(s): saraivada, possessões, arrebatamentos e o diabo solto na terra. Tudo isso temperados com clichês, além de um humor escrachado.
As tragédias (recorte de alguns eventos do Livro do Apocalipse) conforme vão acontecendo, são testificadas por um dos protagonistas Jay Baruchel. Contudo, os demais personagens acham suas declarações absurdas e preferem acreditar que existe um ataque zumbi.
O discurso apocalíptico ou pós-apocalíptico é intenso, por tratar de algo que o homem não quer aceitar, a morte. Já o “zumbi”, produto da mídia (Plants vsZombies, The Walking Dead, Madrugada dos Mortos, Guerra Mundial Z, Resident Evil e etc), que exacerba as novas tecnologias com propósitos capitalistas. Tem sido objeto de alienação e entretenimento de muitas crianças e adolescentes, assim como a febre vampiresca. Ora, é evidente que assumir que o Evangelho não é real é mais cômodo, não há compromissos, não há consequências. Contudo, os eventos mostram que ele é real.
Há exigências para vida eterna! A narrativa no final do filme muda e evidencia isso, ainda que de maneira ingênua (Salvação através de boas ações). O único ponto elogiável no filme. No mais, é mero arremedo de filmes do gênero, nutrido de um roteiro “mais do mesmo” com um elenco razoável, que interpretam a si próprio.
É digno de ênfase que; a classificação indicativa deste filme no Brasil será 12 anos. Isso por conta da linguagem chula e situações constrangedoras supracitadas. 
Fonte: Gospel Prime

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